» 30/09/2008, às 01:10
Alice percebe o que São Paulo pode lhe oferecer. Depois de uma conversa com o advogado responsável pelos bens do seu falecido pai, Alice decide contratar uma advogada e lutar por aquilo que lhe é de direito. Seu pai deixou apartamentos, carros, conta bancária, mas tudo que Alice herdou foi a quantia de R$20 mil, que deverá ser dividida entre ela e seu irmão Duda.
Ao procurar Irislene, Alice descobre que terá mais trabalho do que imagina, afinal, a madrasta não quer abrir mão de nada deixado pelo marido suicida. Regina Célia ouve a conversa, sorrateiramente, e fica chateada quando percebe que sua mãe diz que seu pai nunca falava da irmã Alice. O que não passava de mais uma mentira. Durante uma refeição, Regina Célia chama Irislene de mentirosa, defende Alice e, como resultado, fica proibida de acessar a internet por uma semana.
Alice resolve ficar em São Paulo até o fim do mês. Pelo menos é o que ela promete para seu namorado de Palmas. Num churrasco em SP, Alice descola um emprego como recepcionista da mostra de Cinema de São Paulo, junto com Dani. Animada com a possibilidade de descobrir mais sobre o passado do seu pai, sobre a vida agitada no hospício acizentado, Alice aceita o emprego e entra em um transe que somente ela pode ir além.
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